quinta-feira, 5 de julho de 2012

Amor - Hora de colocar a mão na massa!

Pessoal, desta vez o tema e nossas atividades serão trabalhadas de uma maneira diferente.

ATENÇÃO!

Após ler os textos 01, 02 e ouvir a música Monte castelo, grupos formados por 3 (máx) estudantes devem fazer uma relação e comparação de um dos textos ou música com algum filme! Isso mesmo, pode ser qualquer filme! Essa relação deve ser coerente e descrita em 3 laudas! Todos os filme serão assistidos e debatidos pela turma e em seguida os textos entregues serão analisados por todos da turma em uma grande dinâmica!

Fiquem atentos ao prazo!!

Amor - Parte II Música

~

Monte Castelo
Composição: Renato Russo
(recortes do Apóstolo Paulo e de Camões).

Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor, eu nada seria...
É só o amor, é só o amor
Que conhece o que é verdade
O amor é bom, não quer o mal
Não sente inveja
Ou se envaidece...

O amor é o fogo
Que arde sem se ver
É ferida que dói
E não se sente
É um contentamento
Descontente
É dor que desatina sem doer...

Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor, eu nada seria...

É um não querer
Mais que bem querer
É solitário andar
Por entre a gente
É um não contentar-se
De contente
É cuidar que se ganha
Em se perder...

É um estar-se preso
Por vontade
É servir a quem vence
O vencedor
É um ter com quem nos mata
A lealdade
Tão contrário a si
É o mesmo amor...

Estou acordado
E todos dormem, todos dormem
Todos dormem
Agora vejo em parte
Mas
então veremos face a face

É só o amor, é só o amor
Que conhece o que é verdade...

Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor, eu nada seria...

Amor - Parte I Textos

Bom, pessoal, chegamos a mais um tema! Ah, o amor!


1° ETAPA:
Leiam os textos a seguir:
Acessem os hiperlink no segundo texto!

01. A necessidade do amor

Ao tomar conhecimento de si mesmo como ser capaz de consciência e liberdade, o homem percebeu sua diferença em relação ao restante da natureza. Passou a sentir a solidão que acompanha a individualidade. Ser um, tomar decisões e responder pela vida são fatos que provocam um sentimento doloroso de abandono e desamparo, só superado na relação com o outro. Veja como Erich Fromm descreve esse estado:
 
“O homem é dotado de razão; é a vida consciente de si mesma; tem consciência de si, de seus semelhantes, de seu passado e das possibilidades de seu futuro. Essa consciência de si mesmo como entidade separada, a consciência de seu próprio e curto período de vida, do fato de haver nascido sem ser por vontade própria e de ter de morrer contra sua vontade, de ter de morrer antes daqueles que ama, ou estes antes dele, a consciência de sua solidão e separação, de sua impotência ante as forças da natureza e da sociedade, tudo isso faz de sua existência apartada e desunida uma prisão insuportável. Ele ficaria louco se não pudesse libertar-se de tal prisão e alcançar os homens, unir-se de uma forma ou de outra com eles, como o mundo exterior”. 
Dessa necessidade de união nasce o amor. O amor é, pois, o meio procurado e desenvolvido pelo homem para vencer o isolamento e escapar da loucura.
O amor é fundamental para o homem e para a sociedade. Sem amor, o homem torna-se árido, incapaz de encantar-se com a vida e de envolver-se com os outros. Não se sensibiliza com o abandono dos velhos, a morte das crianças, a miséria do povo, a poluição e a destruição do planeta, o roubo da cidadania, a morte dos ideais. Sem amor não há encontro, não há diferença; resta a escuridão do individualismo, do ser incapaz de relação.


02. O amor
Não é fácil explicar em poucas palavras as razões porque se aprecia o amor; no entanto vou tentar fazê-Io. Em primeiro lugar, o amor deve ser apreciado — e esta razão, embora não seja a de maior importância, é essencial a todo o resto — como sendo em si mesmo uma fonte de prazer.

Oh! amor! muito te injuriam
Os que dizem que a tua doçura é fel,
Quando o teu rico fruto é tal
Que nada pode ser mais doce.
O autor anónimo destas linhas não procurava uma solução para o ateísmo, nem uma chave para os enigmas do universo; procurava apenas a sua satisfação íntima. E não somente o amor é uma fonte de prazer, mas também a sua ausência é origem de sofrimento. Em segundo lugar, o amor deve ser apreciado porque dá realce aos melhores prazeres da vida, tais como o ouvir música, o assistir ao nascer do sol nas montanhas, o ver a luz do luar espelhada sobre as águas. Um homem que nunca gozou a contemplação das coisas belas na companhia da mulher amada, nunca sentiu plenamente o poder mágico que dessas coisas se desprende. Além do mais, o amor pode quebrar a dura concha do Eu, pois é uma forma de cooperação biológica, na qual as emoções de cada um são necessárias à satisfação dos propósitos instintivos do outro.
Têm existido no mundo, em várias épocas, diferentes filosofias de solitários, umas mais nobres do que outras. Os estóicos e os primitivos cristãos pensavam que o homem podia realizar o supremo bem que a vida humana é capaz por meio da sua própria vontade, sozinho, ou pelo menos sem outra ajuda humana; outros encararam o poder como a finalidade da vida e para outros ainda essa finalidade resumia-se aos prazeres pessoais. Todas estas filosofias são filosofias de solitários na medida em que o bern se supõe ser realizável em cada pessoa separadamente e não apenas numa sociedade maior ou menor de indivíduos. Em minha opinião, tais ideias são falsas, não só consideradas como teoria de moral, mas também como expressão do que há de melhor nos nossos instintos.
O homem depende da cooperação e foi dotado pela natureza, um pouco imperfeitamente é certo, com o aparelho de instintos que pode gerar a necessária tendência para essa cooperação. O amor é a primeira forma e a mais comum da emoção que a ela conduz e os que alguma vez sentiram o amor com intensidade não podem contentar-se com uma filosofia que lhes diz que os seus mais altos interesses são independentes dos da pessoa amada. A este respeito, o amor dos pais pelos filhos é certamente o mais poderoso, mas esse sentimento será ainda maior se resultar do mútuo amor dos pais. Não pretendo que o amor sob a sua forma mais elevada seja coisa comum, mas afirmo que sob essa forma revela valores que sem ele ficariam ignorados e mantenho que tem por si próprio uma importância que não é atingida pelo cepticismo, embora os cépticos, que são incapazes de o sentir, possam atribuir falsamente essa incapacidade ao seu cepticismo.

(Bertrand RUSSELL - A conquista da felicidade. Lisboa: Guimarães Editores, [s.d.], p. 39-42)

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Felicidade - Analisando o filme

                                                           






Chris Gardner (Will Smith) é um pai de família que enfrenta sérios problemas financeiros. Apesar de todas as tentativas em manter a família unida, Linda (Thandie Newton), sua esposa, decide partir. Chris agora é pai solteiro e precisa cuidar de Christopher (Jaden Smith), seu filho de apenas 5 anos. Ele tenta usar sua habilidade como vendedor para conseguir um emprego melhor, que lhe dê um salário mais digno. Chris consegue uma vaga de estagiário numa importante corretora de ações, mas não recebe salário pelos serviços prestados. Sua esperança é que, ao fim do programa de estágio, ele seja contratado e assim tenha um futuro promissor na empresa. Porém seus problemas financeiros não podem esperar que isto aconteça, o que faz com que sejam despejados. Chris e Christopher passam a dormir em abrigos, estações de trem, banheiros e onde quer que consigam um refúgio à noite, mantendo a esperança de que dias melhores virão.



Assista ao filme "A procura da felicidade", em seguida escolha um dos pensamentos abaixo construa um trabalho para ser aprsentado para turma. Lembrem-se que as apresentações podem ser de vários formatos: teatral, painel, fotográfica, radiofônica (através do teatro), etc. Trabalhem a criatividade de vocês!!


OBSERVAÇÃO: A exibição e o debate livre sobre o filme será no turno vespertino! Participem!!

Epicuro (340-270 a.C.)

Filósofo da Antiguidade grega, foi um materialista. Para ele, o universo era feito de partículas indivisíveis – os átomos –, incluindo aí corpos e espíritos dos homens e dos deuses. Dessa forma, sua filosofia desemboca numa crítica da intervenção divina nas atividades humanas. Para Epicuro, o bem maior era a busca de prazeres moderados, como a tranqüilidade e a ausência do medo, por meio do conhecimento. Essa filosofia recomendava também a abstenção de excessos como forma de prevenir desilusões posteriores.


Voltaire (1694-1778)

Pseudônimo literário de François-Marie Arouet. Foi um dos autores mais importantes do chamado iluminismo na França. Escreveu peças teatrais, poesias, contos, romances e ensaios filosóficos. Sua obra mais conhecida é Cândido, de 1759, romance que ridiculariza o preceito de que “tudo é para o melhor neste, o melhor de todos os mundos”, numa referência implícita aos horrores da Europa no século XVIII. Em suas polêmicas, Voltaire atacava o otimismo filosófico e religioso.


John Stuart Mill (1806-1873)

Filósofo inglês e economista político importante para todo o pensamento liberal, abraçou o utilitarismo, corrente fundada por Jeremy Bentham no século XVIII. Um exemplo interessante de sua preocupação com a liberdade é o seu princípio de que as pessoas poderiam se comportar como quisessem, desde que isso não prejudicasse os outros. O utilitarismo pode ser pensado como uma ética que prega mais felicidade para o maior número de pessoas. Para Mill, o correto era seguir as regras (e não somente os atos) que garantiriam a maior felicidade possível.


Jean-Paul Sartre (1905-1980)

Pensador francês e fundador do chamado existencialismo, ganhou celebridade nos anos 50. Pregava que a experiência humana precede qualquer julgamento moral, divino ou qualquer essência. Ou seja, para ele não havia regras fundamentais, sagradas ou essenciais que pudessem guiar nossas atitudes e nossos valores. Essa filosofia, influenciada por Nietzsche, é criticada por supostamente celebrar o niilismo. Seus defensores argumentam que não se trata disso, mas de construir referências próprias, sem imposições.

Felicidade

Novo tema, novos filmes e atividades!


A busca pela felicidade é uma atitude recorrente em nossas vidas. Fazemos (quase) tudo para realizar velhos sonhos, conquistar espaços, buscar reconhecimento, suprir carências – enfim, ser felizes. Mas há o reverso da moeda: para muita gente, atingir tal estágio virou uma espécie de dolorosa obrigação. Esse fenômeno inusitado, apontam os especialistas, deve-se principalmente às imagens de felicidade ideal produzidas pela chamada indústria do consumo. Elas nos induzem a estados de alegria, mesmo que estejamos tristes, insatisfeitos com nosso trabalho, nossas vitórias, nossa vida.



Uma definição de felicidade


"Felicidade é um processo, e não um lugar
onde finalmente se faz nada. Fazer nada
no paraíso não traz felicidade, apesar de
ser o sonho de tantos brasileiros"


Todas as profissões têm sua visão do que é felicidade. Já li um economista defini-la como ganhar 20.000 dólares por ano, nem mais nem menos. Para os monges budistas, felicidade é a busca do desapego. Autores de livros de auto-ajuda definem felicidade como "estar bem consigo mesmo", "fazer o que se gosta" ou "ter coragem de sonhar alto". O conceito de felicidade que uso em meu dia-a-dia é difícil de explicar num artigo curto. Eu o aprendi nos livros de Edward De Bono, Mihaly Csikszentmihalyi e de outros nessa linha. A idéia é mais ou menos esta: todos nós temos desejos, ambições e desafios que podem ser definidos como o mundo que você quer abraçar. Ser rico, ser famoso, acabar com a miséria do mundo, casar-se com um príncipe encantado, jogar futebol, e assim por diante. Até aí, tudo bem. Imagine seus desejos como um balão inflável e que você está dentro dele. Você sempre poderá ser mais ou menos ambicioso inflando ou desinflando esse balão enorme que será seu mundo possível. É o mundo que você ainda não sabe dominar. Agora imagine um outro balão inflável dentro do seu mundo possível, e portanto bem menor, que representa a sua base. É o mundo que você já domina, que maneja de olhos fechados, graças aos seus conhecimentos, seu QI emocional e sua experiência. Felicidade nessa analogia seria a distância entre esses dois balões – o balão que você pretende dominar e o que você domina. Se a distância entre os dois for excessiva, você ficará frustrado, ansioso, mal-humorado e estressado. Se a distância for mínima, você ficará tranqüilo, calmo, mas logo entediado e sem espaço para crescer. Ser feliz é achar a distância certa entre o que se tem e o que se quer ter.
O primeiro passo é definir corretamente o tamanho de seu sonho, o tamanho de sua ambição. Essa história de que tudo é possível se você somente almejar alto é pura balela. Todos nós temos limitações e devemos sonhar de acordo com elas. Querer ser presidente da República é um sonho que você pode almejar quando virar governador ou senador, mas não no início de carreira. O segundo passo é saber exatamente seu nível de competências, sem arrogância nem enganos, tão comuns entre os intelectuais. O terceiro é encontrar o ponto de equilíbrio entre esses dois mundos. Saber administrar a distância entre seus desejos e suas competências é o grande segredo da vida. Escolha uma distância nem exagerada demais nem tacanha demais. Se sua ambição não for acompanhada da devida competência, você se frustrará. Esse é o erro de todos os jovens idealistas que querem mudar o mundo com o que aprenderam no primeiro ano de faculdade. Curiosamente, à medida que a distância entre seus sonhos e suas competências diminui pelo seu próprio sucesso, surge frustração, e não felicidade.
Quantos gerentes depois de promovidos sofrem da famosa "fossa do bem-sucedido", tão conhecida por administradores de recursos humanos? Quantos executivos bem-sucedidos são infelizes justamente porque "chegaram lá"? Pessoas pouco ambiciosas que procuram um emprego garantido logo ficam entediadas, estacionadas, frustradas e não terão a prometida felicidade. Essa definição explica por que a felicidade é tão efêmera. Ela é um processo, e não um lugar onde finalmente se faz nada. Fazer nada no paraíso não traz felicidade, apesar de ser o sonho de tantos brasileiros. Felicidade é uma desconfortável tensão entre suas ambições e competências. Se você estiver estressado, tente primeiro esvaziar seu balão de ambições para algo mais realista. Delegue, abra mão de algumas atribuições, diga não. Ou então encha mais seu balão de competências estudando, observando e aprendendo com os outros, todos os dias. Os velhos acham que é um fracasso abrir mão do espaço conquistado. Por isso, recusam ceder poder ou atribuições e acabam infelizes. Reduzir suas ambições à medida que você envelhece não é nenhuma derrota pessoal. Felicidade não é um estado alcançável, um nirvana, mas uma dinâmica contínua. É chegar lá, e não estar lá como muitos erroneamente pensam. Seja ambicioso dentro dos limites, estude e observe sempre, amplie seus sonhos quando puder, reduza suas ambições quando as circunstâncias exigirem. Mantenha sempre uma meta a alcançar em todas as etapas da vida e você será muito feliz.

Stephen Kanitz é administrador por Harvard
 


Para Stephen Kanitz, colunista de VEJA, ser feliz é tentar alcançar os próprios sonhos – e fazê-lo com a consciência das limitações que cada um de nós tem nessa empreitada. Kanitz também recorre a balões como metáforas da alegria e, como exemplos a ser repensados, cita jovens que querem salvar o mundo prematuramente e executivos que sofrem da “fossa do bem-sucedido”.

Vamos discitir o conceito de "Felicidade" e perceber o quanto ele muda ao longo do tempo. Essa atividade será marcada por muitas perguntas! Fiquem atentos, pois uma pergunta, às vezes, vale muito mais que uma resposta! Vamos à filosofia!!

 

 

Seminários - Ética e moral


Nossa próxima etapa nesta unidade é a formação de grupos para a apresentação de seminários! Os grupos deverão ser formados por 5 estudantes  e cada grupo deverá escolher um filme - entre as opções abaixo - para analisar e apresentar à turma. Lembrem-se que além da aprsentação vocês também deverão entregar um texto com a análise!

01. O escolha de sofia

Em 1947 Stingo (Peter MacNicol), um jovem aspirante a escritor vindo do sul, vai morar no Brooklyn na casa de Yetta Zimmerman (Rita Karin), que alugava quartos. Lá conhece Sofia Zawistowska (Meryl Streep), sua vizinha do andar de cima, que é polonesa e fora prisioneira em um campo de concentração e Nathan Landau (Kevin Kline), seu namorado, um carismático judeu dono de um temperamento totalmente instável. Em pouco tempo tornam-se amigos, sendo que Stingo não tem a menor idéia dos segredos que Sofia esconde nem da insanidade de Nathan.









02. Colateral
Max (Jamie Foxx) trabalha como motorista de táxi há 12 anos, já tendo levado os mais diversos passageiros a todos os locais de Los Angeles. Porém, em uma noite aparentemente tranquila, ele encontra Vincent (Tom Cruise), um homem que pega o táxi como se fosse um passageiro qualquer. Porém Vincent é um assassino de aluguel, que está na cidade para completar o plano de um cartel do narcotráfico, que está prestes a ser condenado por um júri federal. Vincent precisa matar 5 testemunhas-chave do processo e conta com Max para fugir da polícia local e do FBI, logo após cometer os assassinatos. Obrigado a seguir as ordens de Vincent, Max precisa ainda lidar com a possibilidade de ser morto por seu passageiro a qualquer momento, já que Vincent pode usá-lo para proteção pessoal.







03. Um ato de coragem

John Q. Archibald (Denzel Washington) é um homem comum, que trabalha em uma fábrica e vive feliz com sua esposa Denise (Kimberly Elise) e seu filho Michael (Daniel E. Smith). Até que Michael fica gravemente doente, necessitando com urgência de um transplante de coração para sobreviver. Sem ter condições de pagar pela operação e com o plano de saúde de sua família não cobrindo tais gastos, John Q. se vê então numa luta contra o tempo pela sobrevivência de seu filho. Em uma atitude desesperada, ele então decide tomar como refém todo o setor de emergência de um hospital, passando a discutir uma solução para o caso com um negociador da polícia (Robert Duvall) e com um impaciente chefe de polícia (Ray Liotta), que deseja encerrar o caso o mais rapidamente possível.






04. Uma prova de amor

Sara (Cameron Diaz) e Brian Fitzgerald (Jason Patric) são informados que Kate (Sofia Vassilieva), sua filha, tem leucemia e possui poucos anos de vida. O médico sugere aos pais que tentem um procedimento médico ortodoxo, gerando um filho de proveta que seja um doador compatível com Kate. Disposto a tudo para salvar a filha, eles aceitam a proposta. Assim nasce Anna (Abigail Breslin), que logo ao nascer doa sangue de seu cordão umbilical para a irmã. Anos depois, os médicos decidem fazer um transplante de medula de Anna para Kate. Ao atingir 11 anos, Anna precisa doar um rim para a irmã. Cansada dos procedimentos médicos aos quais é submetida, ela decide enfrentar os pais e lutar na justiça por emancipação médica, de forma a que tenha direito a decidir o que fazer com seu corpo. Para defendê-la ela contrata Campbell Alexander (Alec Baldwin), um advogado que cuidará de seus interesses.




OBSERVAÇÃO: Todos os 4 filmes deverão ser assistidos pela turma! Já estão disponíveis sessões no turno vespertino! Organizem-se para a construção do seminário, mas não foquem apenas no filme escolhido! Bom trabalho!

Ética e moral no filme “That’s what I am”

O tema desta unidade é Ética e moral. O primeiro filme escolhido para este tema é "That's what I am". Na próxima aula discutiremos o filme baseados no Capítulos 17 e 18 do livro Filosofando e nas questões propostas no final deste post! 







Sinopse:

No filme, Andy Nichol é um garoto de 12 anos, que como a maioria da sua idade, tenta evitar confusão e motivos para ser ridicularizado e punido pelos colegas da escola. Adorado pelos alunos, o professor Sr. Simon coloca Andy e Stanley como dupla em um projeto da escola. Stanley é perseguido por ser diferente, ruivo, com "a cabeça muito grande para seu corpo e as orelhas muito grande para sua cabeça". Nessa relação, Andy e Stanley aprenderão um sobre o outro, e o Sr. Simon terá que enfrentar uma situação conflitante.




As questões abaixo devem ser respondidas e entregues (pessoalmente ou através do meu e-mail) após o nosso debate em sala: 



01. Quais valores morais chamaram mais a sua atenção no filme? Explique - os indicando quando aconteceu e por que chamou a sua atenção:

02. Cite e explique uma cena do filme em que a consciência moral se apresenta

a) antes da ação, onde aconselha ou proíbe:

b) após a ação, manifestando-se como sentimento de satisfação ou remorso

03. Consciência, Liberdade e Responsabilidade são componentes da vida moral. Faça relação desses componentes com cenas do filme.

04. Analise a intolerância e o preconceito no âmbito da moral:









Olá, pessoal!

Em 2012 esse blog será focado nas nossas atividades ligadas ao cinema! Aqui vocês encontrarão indicações de filme e questões propostas para analisarmos as películas nacionais e internacionais. Lembrando que essas análises terão cunho filosófico, afinal, este é o nosso componente curricular! Mãos à obra!